As manifestações tiveram um início pacífico, mas terminaram em confrontos em algumas capitais brasileiras.

Os atos adversos a PEC 241 ocorreram no dia 17 e 24 de outubro, em três estados sendo eles São Paulo, Rio de janeiro e Porto Alegre. Os manifestantes eram contrários à uma proposta apresentada pelo governo de Michael Temer que trás algumas polêmicas por congelar os gastos públicos e limitar os investimentos em diversas áreas como educação e saúde.

 

Em São Paulo a manifestação decorreu de forma pacifica do seu advento ao termino, tendo inicio no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), localizado na Avenida Paulista, os manifestantes iniciaram a passeata até a Avenida Brigadeiro Faria Lima, militantes chegaram por volta das 21h30 ao prédio da Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e por ali protestaram.  O ato foi requisitado pelo grupo coletivo Democracia na Real, que se particulariza apartidário e autônomo.

 

Já no Rio De Janeiro as coisas foram diferentes, os militantes se reuniram em frente à Câmara de Vereadores na Cinelândia, tendo como proposito uma passeata pacifica até chegarem aos prédios da Petrobras e do Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Um dos manifestantes atirou um rojão contra os militares que ali acompanhavam a manifestação, que causou a dispersão do grupo, que voltou a se encontrar na Cinelândia, no qual um apoio da PM se reuniu e dispersou a multidão gerando um conflito entre militantes e policias. Um manifestante foi ferido pelas autoridades e atendido no local por voluntários da Cruz Vermelha, e o mesmo passa bem. Umas das organizadoras, disse que um dos motivos da manifestação é o impacto direto da PEC vai afetar as áreas como saúde e educação fazendo até com que o Brasil sofra um retrocesso.

 

Em Porto Alegre as manifestações ocorrem nesta segunda feira dia 24 de outubro, com a obstrução da Avenida Mauá, um dos fundamentais acessos ao Centro da cidade, por cerca de uma hora, entre às 7h e às 8h. O ato transcorreu de forma pacifica e foi organizado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST).

 

Jornalista responsável: Matheus Gimenez

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